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Luta de Robôs: Hollywood X Japão

Há dias foi liberado o trailer de Real Steel, que é baseado em um conto de Richard Matheson, com roteiro de John Gatins. A história se passa num futuro próximo, quando o boxe humano foi proibido e robôs humanóides peso-pesados assumem o espetáculo. Neste contexto estão um pai e seu filho adolescente que treinam para serem campeões. Hugh Jackman assume o papel do pai, um ex-lutador que só consegue acesso a peças de baixa qualidade para robôs, o que prejudica suas chances – até que ele descobre um robô descartado que vence sempre. Dakota Goyo vive seu filho. Anthony Mackie, Evangeline Lily e Kevin Durand também estão no elenco.

O projeto está em desenvolvimento na DreamWorks e tem orçamento de 80 milhões de dólares, com produção-executiva de Steven Spielberg, Robert Zemeckis, Steve Starkey e Jack Rapke, da ImageMovers. A estreia acontece em novembro de 2011.

Essa mistura louca de Transformers com Ali pode dar certo. Entretenimento eterno da Sessão da Tarde caso siga um viés mais juvenil, ou garantia de um InterCine se for pelo caminho descolado, tal qual Eu, Robô.

Deixando essa comparação inútil de lado, Real Steel me lembrou O Barão Vermelho (The Red Baron), um anime meia-boca que passava na saudosa e ótima Locomotion (canal que depois virou argh Animax), no final da década de 90, que lidava também com batalhas entre robôs, tinha uma dublagem péssima, mas divertia o suficiente entre uma sessão de Evangelion e outra de The Maxx.

A abertura do anime:

Legal como uma coisa leva a outra, mesmo em mídias distintas, de épocas tão distantes. Quando sair o filme vou comparar com o desenho, só de farra.

[você conhece? Leis da Robótica: As Três Leis da Robótica são leis que foram elaboradas pelo escritor Isaac Asimov em seu livro de ficção I, Robot (“Eu, Robô”) que dirigem o comportamento dos robôs. São elas: 1ª lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal. 2ª lei: Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei. 3ª lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e Segunda Leis.O objetivo das leis, segundo o próprio Asimov, era tornar possível a existência de robos inteligentes (as leis pressupõem inteligência suficiente para distinguir o bem do mal) e que não se revoltassem contra o domínio humano. Adicionalmente, ainda segundo o próprio Asimov, as leis lhe deram o mote para um número grande de histórias, baseadas em diferentes interpretações das leis.]
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Parece que é, mas não é

O teaser-trailer leva o espectador a acreditar que essa tensão na Lua é mais um suspense espacial, tal qual Eclipse Mortal, Sunshine ou Moon.

Lógico que o próprio título revela do que se trata, e isso desanima um bocado: Transformers: Dark of the Moon, o terceiro da série.

Sabemos que Michael Bay é um diretor hipócrita e fraco, e que a franquia Transformers nas telonas é um insulto a inteligência, coerência e bom gosto.
Mas há quem goste, né? Vai entender.

[você conhece? Transformers: Transformers são robôs alienígenas fictícios de uma franquia popular da Hasbro, capazes de transformar seus corpos em objetos inócuos como veículos. A franquia surgiu em 1984, quando a Hasbro resolveu adaptar uma linha de brinquedos da japonesa Takara, e para dar suporte a essa nova linha, foram encomendados uma série em quadrinhos da Marvel Comics e desenhos animados. A animação chegou ao Brasil em 1987. O sucesso levou a mais brinquedos e continuações, como as animações digitais Beast Wars, Beast Machines, e Transformers: Cybertron, os animês Robots in Disguise, Transformers Armada e Energon, o longa metragem animado The Transformers: The Movie, em 1986 e duas produções hollywoodianas vergonhosas, das quais não vale a pena perder tempo.]