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Finalmente: a capa de “O Coletor de Almas”

Há dois meses, anunciei a publicação de um novo livro, O Coletor de Almas, aqui.

Ele será lançado pela Editora Gutenberg no final deste ano e a capa é do premiado artista Danilo Beyruth (leia sobre ele aqui).

Desde então, o mistério sobre a arte da capa foi mantido e alimentado. Muitos leitores, aqui no blog, no Twitter e Facebook, comentaram, curtiram e pediram para vê-la logo. Chega de espera, há dois dias do Fantasticon, vamos agora revelá-la. Confira:

capa por Danilo Beyruth

Essa versão possui apenas o título do livro, sem o logo da editora e o nome da série, para que você possa apreciar a arte com mais clareza. Ou seja, a capa com esses outros detalhes serão divulgadas em breve.

Num futuro post, aqui ou no blog da editora, Beyruth vai falar um pouco mais sobre seu processo criativo e mostrará esboços para outras ideias desta capa, da qual tem por referência o trabalho de Mike Mignola em Hellboy, tanto para mim na narrativa, como para o artista no desenvolvimento da arte.

E então, o que achou? Registre seu comentário.

Abaixo, o visual do minilivro com a quarta-capa (que terá uma prévia dos 3 primeiros capítulos) e dos bottons, ambos brindes para os leitores que comparecerem no Fantasticon, neste final de semana.

minilivro grátis no Fantasticon e Bienal do RJ

bottons de brinde distribuídos no Fantasticon e Bienal do RJ

A idéia do Fantasticon é reunir pessoas interessadas em Literatura Fantástica (ficção científica, fantasia e horror) para que elas possam se encontrar, debater idéias, trocar informações, levantar tendências e se divertir. A proposta é incentivar e enriquecer o estudo e o debate sobre o Fantástico no Brasil. Para isso, o evento contará com palestras, mesas-redondas, oficinas, mostra de filmes, exposições, lançamentos, sessões de autógrafos e muita confraternização!

O Fantasticon é organizado pelo editor Silvio Alexandre e acontece nos dias 12, 13 e 14 de agosto na Biblioteca Viriato Correa (próximo ao metrô Vila Mariana) em São Paulo. Pessoas de todo o Brasil já confirmaram presença no evento. E você, vai? Bora!

Lá, também estarei autografando outros livros, como meu romance de estreia, Necrópolis – A Fronteira das Almas, da Editora Draco; Sagas 3, da Argonautas Editora, onde tenho um conto de bruxaria publicado, “Encruzilhada”; e Crônicas da Tormenta, da Jambô Editora, onde tenho um conto de fantasia publicado, “Revés”. Se você levar alguns destes, ou outras das minhas publicações: Imaginários 3, Anno Domini e Território V, também autografarei. Venha, fale comigo, eu prometo não morder.

Necrópolis, Sagas 3, Crônicas da Tormenta

O mundo fantástico de Terra Oca apresenta personagens emprestados de contos nórdicos e etruscos, sobre uma ótica particular, ambientado num cenário próprio, apocalíptico e épico, com bizarrias únicas.

O Coletor de Almas conta paralelamente a história de três personagens – Larval, o Coletor de Almas, que precisa alimentar Yggdrasil, a árvore-mãe, com energia espectral, pois ela é o sustento do mundo de Terra Oca; a menina Lisa, libertada após anos de confinamento, que carrega consigo quatro presentes mágicos, entre eles a Estrela das Bruxas; e uma entidade conhecida como Ceifador, que decapita reis e regentes com um propósito egoísta e perturbador. Poderá a história desses três personagens se cruzar? Serão eles capazes de impedir o fim do mundo?

Danilo Beyruth ilustrou a capa de “O Coletor de Almas”, novo romance de Douglas MCT

Chega de segredo!

Essa semana a Editora Gutenberg começou uma campanha para divulgação do famoso artista que ilustrou a capa do meu novo romance, O Coletor de Almas (anunciado aqui). Leitores no Twitter e Facebook se mostraram muito curiosos com a revelação. Vamos a ela:

Danilo Beyruth

Danilo Beyruth, o desenhista mais premiado em 2010. Famoso por sua criação, Necronauta, o guia entre os mundos, que já virou um dos personagens brasileiros recentes mais legais a flertar com o sobrenatural e super-heróis, e tem ajudado a aumentar um pouco a aceitação desses gêneros no imaginário brasileiro. A influência de HQ pop, horror televisivo, cinema grindhouse, os roteiros cheios de humor negro, a rapidez e o traço seguro renderam ao Danilo várias publicações: uma HQ inédita o Necronauta na coletânea Popgun 3 da Image Comics (depois um álbum dele pela HQ Maniacs e o 2, que sairá pela Zarabatana Books), capa da aventura bizarra Jesus Hates Zombies.

Ele também fez uma HQ da Turma do Penadinho no sucesso editorial MSP+50 de Maurício de Sousa e o álbum de cangaceiros Bando de Dois, um dos comtemplados do edital Proac do Governo de SP em 2009, que saiu pela editora Zarabatana e abocanhou quase todos os prêmios de quadrinhos. A comissão do Troféu HQ Mix reconheceu essa trajetória e indicou Beyruth a Melhor Desenhista Revelação. Ilustrador profissional, Danilo deixou as agências para abrir seu próprio estúdio, a Macacolândia, onde junto de outros caras fornece ilustração para peças publicitárias. Leia uma entrevista com ele, aqui.

Abaixo, decidi ser legal com você e revelo parte da capa do livro… Mas talvez não seja o suficiente:

Capa com ilustração oculta de "O Coletor de Almas"

Quer ver mais? Aguarde o Fantasticon, que rola de 13 a 15 de agosto próximo.
A editora vai distribuir minilivros com prévia dos 3 primeiros capítulos, marcadores da obra e uma “surpresinha”, como estão chamando, que nem eu, o autor, sei qualé. Mas os envolvidos se mostraram empolgados.

A entrada no evento é gratuita, então tente comparecer, para degustar essa nova história e apreciar a capa belamente ilustrada por Danilo Beyruth. Os planos de lançamento são para novembro deste ano, com divulgação também na Bienal do RJ.

Abaixo, confira a sinopse oficial de O Coletor de Almas:

O mundo fantástico de Terra Oca apresenta personagens emprestados de contos nórdicos e etruscos, sobre uma ótica particular, ambientado num cenário próprio, apocalíptico e épico, com bizarrias únicas.

O Coletor de Almas conta paralelamente a história de três personagens – Larval, o Coletor de Almas, que precisa alimentar Yggdrasil, a árvore-mãe, com energia espectral, pois ela é o sustento do mundo de Terra Oca; a menina Lisa, libertada após anos de confinamento, que carrega consigo quatro presentes mágicos, entre eles a Estrela das Bruxas; e uma entidade conhecida como Ceifador, que decapita reis e regentes com um propósito egoísta e perturbador. Poderá a história desses três personagens se cruzar? Serão eles capazes de impedir o fim do mundo?

E mais: na semana do Fantasticon, se ligue no blog, pois divulgaremos a capa com exclusividade!

Até.

As informações sobre Danilo Beyruth foram retiradas do Cola na Goma. Já o site do artista, é: http://evilking.net/

Fantasticon: teaser do evento

O Fantasticon é um simpósio de literatura fantástica (ficção científica, fantasia e terror) que acontece nos dias 12, 13 e 14 de agosto, na Biblioteca Viriato Corrêa, em São Paulo, pertinho do metrô Vila Mariana. Mais aqui: http://fantasticon.com.br/

Estarei lá, autografando Necrópolis, a prévia de O Coletor de Almas e dos demais livros em que fui publicado.
Apareça, a entrada é gratuita e o evento será épico.

Story Touch: o software para roteiristas, diretores e analistas de roteiro

Paulo Morelli lança em 14 de junho seu mais novo projeto. Não se trata, no entanto, de um longa metragem chegando nos cinemas (ele é realizador de Cidade dos Homens, Viva Voz e O Preço da Paz, além de sócio da O2 Filmes).

Depois de três anos de desenvolvimento, Morelli apresenta ao mercado o Story Touch. Trata-se de um software completo de desenvolvimento dramático em que é possível escrever e analisar o roteiro ao mesmo tempo. O programa não julga o “certo” e o “errado”, simplesmente porque não há essa categorização em dramaturgia. O que ele faz é, em linhas muito gerais, organizar a cabeça do roteirista, que geralmente trabalha de maneira caótica e desorganizada.

E esse auxílio é possível pelo fato de o Story Touch dar concretude às impressões e sensações do próprio autor. Através de uma imagem – um gráfico, por exemplo – ele traduz as impressões subjetivas e sensações do escritor. O que era uma impressão difusa ou mesmo uma intuição de quem escreve é mostrada de maneira clara. Ou seja, o software não faz análises pura e simplesmente; ele capta as apreciações do próprio autor e as apresenta através de imagens.

Morelli define o Story Touch como o “final cut” do roteiro:

É como se fosse mesmo uma partitura. Em primeiro lugar, é muito fácil ‘navegar’ pelo roteiro e perceber visualmente os tamanhos das cenas (e portanto o ritmo da história). Além disso, você tem diversas opções de recorte e análise da dramaturgia. Mas é importante deixar claro que o Story Touch não tem a pretensão de ensinar ninguém a escrever um bom roteiro. Como o próprio nome diz, ‘Ferramentas de Dramaturgia’, o Story Touch é apenas uma ferramenta para se analisar a dramaturgia de um roteiro.

Fernando Meirelles, sócio de Morelli na O2 Filmes, completa:

O Story Touch permite ao roteirista ter uma noção clara do nível de gordura, de açúcar, de sal ou de hormônios em sua história. Poder visualizar graficamente um roteiro completo em apenas uma página certamente revelará muitos aspectos escondidos ao autor.

FAZENDO USO DO SOFTWARE

Serão lançadas quatro versões; uma delas será totalmente gratuita.
O download poderá ser feito a partir de junho, através do site www.storytouch.com.
O que as diferencia é o nível de sofisticação de determinadas seções. Por exemplo, para quem tem o modelo mais completo, será possível criar ilimitados objetivos /obstáculos para seus personagens. Já para quem está trabalhando com a versão mais simples será possível fazer esse acompanhamento de um único objetivo / obstáculo. Além disso, os modelos mais avançados permitem escrever comentários (modelo Analista) ou ver tabelas com o resumo das cenas (modelo TOP).

Pelo site também era possível ter acesso a diversos vídeos tutoriais que auxiliavam o usuário a utilizar essa nova ferramenta, mas foram tirados do ar recentemente.

Há ainda dois exemplos que podem ser baixados: estão lá os roteiros de Cidade de Deus (Bráulio Mantovani) e Hamlet (William Shakespeare). É possível, através desses arquivos, entender melhor como o Story Touch trabalha.

O que esse novo software também promove é um dimensionamento real da história. Através dele, o autor pode perceber o quão dramática é determinada cena e o que ela representa dentro da história como um todo. O usuário elenca exatamente qual trecho quer ter analisado pelo sistema e, através dele, consegue visualizar curvas dramáticas e ver se há harmonia com o restante do texto, por meio de gráficos e tabelas.

SÃO ANALISADOS OS SEGUINTES TÓPICOS

  • Macro Estrutura: é possível lançar os principais eventos dramáticos de uma história, como pontos de virada, dilema, clímax.
  • Personagens: todos os personagens com fala são detectados automaticamente; os cinco com maior participação são categorizados como principais. Há ainda os secundários e extras. Há uma cor para cada um deles e eles podem ser classificados com valor de 1 a 10, de acordo com sua importância na cena.
  • Emoções: seguem-se as emoções dos personagens no decorrer de toda a trama, como tristeza, solidão e alegria. No caso de Hamlet, por exemplo, estão colocadas ali loucura, vingança, fingimento e sinceridade. Há uma cor para cada uma delas e diferentes graduações, de acordo com a intensidade da cena.
  • Valores: acompanha os valores apresentados na história e como eles são percebidos ao longo na narrativa, como traição / lealdade, fingimento / sinceridade.
  • Objetivo / Obstáculo: define-se quais são os objetivos do personagem e é possível acompanhar a trajetória dele em sua busca.
  • Plantar / Colher (Setup / Payoff): permite acompanhar a costura da história, deixando evidente como algumas cenas se relacionam.
  • Janela das Cenas: vê-se o roteiro todo numa única janela. É possível navegar por atos, sequências e cenas.
  • Tom e Ritmo: é possível acompanhar com precisão o tom do roteiro (como sombrio ou leve) e o ritmo (como lento ou rápido). No modelo que está disponível no Story Touch pontua-se uma cena de ritmo acelerado e outra mais lenta, em Cidade de Deus.
  • Página ou Tempo: aqui é dada a opção de se visualizar a história por páginas (em 1/8 de página) ou por tempo, através de uma estimativa. Essa ferramenta é muito útil durante a criação de uma nova história, momento no qual cada cena é ainda apenas um parágrafo, uma ideia. Nesse estágio, usa-se o tempo estimado da cena (um parágrafo pode se transformar numa cena de vários minutos), e com isso, o escritor pode ter uma noção mais clara da dimensão da sua história.

O lançamento ocorre nessa terça, 14 de junho, no anexo do Espaço Unibanco (Rua Augusta, 1470, SP), com exibição do curta “Conversas com Roteiristas” e logo após coquetel com presença dos criadores do software e dos roteiristas entrevistados (você pode assistir todos aqui – recomendo fortemente).

O site: http://www.storytouch.com/
O blog: http://www.storytouch.com/blog
Twitter: http://twitter.com/StoryTouch

Confesso estar ansioso para experimentar mais essa ferramenta na criação e construção de histórias. Se puder, compareça. Se baixar o software, comente aqui o que achou. Bye!

“Poção”: A Banda Mais Nerd da Cidade

Imagino que muitos estejam cansados de paródias sobre “Oração” do hit A Banda Mais Bonita da Cidade, com seu refrão-chiclete, que independente da qualidade, tá na boca do povo. Inclusive dos nerds.

Troque o magrelo indie pelo gordo padrão geek com um game em vez de gravador, jogue todos os elementos potencialmente nerds no cenário e na edição, deixe as meninas de fora e pimba: “Poção”. Bem editado, curto e engraçado. Vale conferir, mas só entende quem é nerd: